sábado, 18 de maio de 2013

OPERAÇÃO ÁGATA 7

CORREIO DO POVO 18/05/2013 11:57

Forças Armadas iniciam operação em toda a fronteira do Brasil
Operação Ágata 7 visa combater série de crimes às vésperas da Copa das Confederações


As Forças Armadas iniciaram na manhã deste sábado a Operação Ágata 7 em toda extensão da fronteira brasileira, que tem 16,8 mil quilômetros de extensão, com os dez países sul-americanos. Com o emprego de 25 mil militares e a participação de agentes das polícias federal, rodoviária federal, militar e de agências governamentais, esta edição é a maior mobilização realizada pelo governo brasileiro no combate aos ilícitos.

Antes de a operação ser deflagrada, o governo manteve contatos com os países vizinhos para o repasse de informações sobre o emprego do aparato militar. A Ágata integra o Plano Estratégico de Fronteiras (PEF) sob a coordenação do Ministério da Defesa e comando do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA). A execução cabe à Marinha, ao Exército e à Força Aérea Brasileira (FAB).

A Ágata 7 foi deflagrada às vésperas da Copa das Confederações, que começa em junho e ocorrerá em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. Por causa dela, o Ministério da Defesa optou por uma mobilização que envolvesse toda a extensão da fronteira do Brasil – nas edições anteriores, as ações ocorreram em trechos.

CMS participa com 15 mil militares

O Comando Militar do Sul, que abrange os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, participa da Operação com o maior efetivo. São cerca de 6 mil militares em emprego direto e mais de 9 mil no apoio às atividades realizadas. As principais ações referem-se a Postos de Bloqueio e Controle de Estradas (PBCE) na faixa de fronteira, patrulhamentos, realização de Ações Cívico-Sociais (ACISO), intensificação de fiscalização de produtos controlados e atividades de inteligência.

Narcotráfico, contrabando e descaminho, tráfico de armas e munições, crimes ambientais, contrabando de veículos, imigração ilegal, problemas indígenas e garimpo são considerados os principais crimes fronteiriços.



Fonte: Correio do Povo

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